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sobre o dia que eu não sei sobre o que o "sobre" vai ser

o ruim de conseguir algo que a  gente queria muito  é ter que conviver com o medo de perder aquilo que a gente conquistou... pode ser fraqueza minha, mas eu acho que o difícil  não é ganhar, e sim manter.

P.S.: descobri que sempre que eu resolvo algo, eu só coloco em prática nas segundas-feiras...



Escrito por Débora às 22:04
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sobre o fim da tarde

Num fim de dia não muito bom, sentada na varanda, parei pra pensar na vida... pensar naquilo que estava me incomodando...

depois de tantas vezes, aqui estou eu, novamente, sofrendo pela mesma questão... sofrendo por esperar demais das outras pessoas... sofrendo por fazer com que minha felicidade dependa da ação dos outros... sofrendo por criar ilusões...



Escrito por Débora às 22:45
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sobre o que existe entre o tudo e o nada

- o que foi?

- nada...

- tá tudo bem?

- é... tá tudo certo...

- não tá não... o que aconteceu?

- não sei... eu tô, sei lá...

E é esse o problema: estar "sei lá"... odeio quando eu me sinto assim, sem saber o que está acontecendo comigo mesmo. Nenhum problema, nada de errado, muitas certezas.. então por que o "sei lá "?

eu tenho uma coisa ( não sei se é problema ou qualidade,mas tenho) de não conseguir engolir o meio-termo... sei que ãs vezes isso me prejudica, mas não tenho mais o que fazer... pra mim, é tudo ou nada... ou eu como o pacote inteiro de trakinas ou eu não como nenhuma.é impossível pra mim comer três trakinas... a não ser, é claro, se só tiverem três... e assim é com tudo... não sei o significado da palavra moderação... quantas vezes já caí bêbada, por não saber que era a hora de parar?... quantas vezes já me vi trancada no quarto chorando por ter esperado demais das pessoas? ... quatas vezes os professores me chamaram a atenção por não parar de falar durante as aulas?... quatas vezes ouvi sermões intermináveis dos meus pais por ter gastado demais no telefone?... quantas vezes me arrependi por não ter feito nada para mudar?... inúmeras vezes... um comportamento errado e que me faz sofrer, mas ainda assim, prefiro isto a ser mais uma das pessoas que escolhem o "tanto faz".... quero uma vida intensa e não indiferente... eu gosto de saber que estou brava, feliz, triste ou nervosa... o que me dá medo é estar normal... é estar "sei lá".... afinal de contas, o que esperar de alguém que não sabe nem o que acontece dentro dela?



Escrito por Débora às 14:27
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sobre três meses

eu acho difícil falar sobre o tempo... acho difícil dizer o que é muito e o que é pouco tempo... acredito muito mais na máxima que diz que o tempo é classificado de acordo com o que fazemos dele.

Três meses, por exemplo... há quem diga que é pouco tempo para conhecer inteiramente alguém...há quem diga também que é tempo demais para conhecer inteiramente um só alguém... quem está certo ou quem está errado? não sei... a minha opinião? bem, não sei se em três meses podemos conhecer alguém completamente.. mas sei que este é o tempo mais que suficiente para amar alguém intensa e verdadeiramente!

 

P.S.: quase três meses sem postar são suficientes para esquecer a senha do blog...



Escrito por Débora às 20:04
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sobre quando eu percebi como uma pessoa mudou a minha vida

4 semanas atrás...

levanto, ligo o som, xingo a rádio que não tem música, desço pra tomar café e encontro alguém da minha família.

Alguém da minha família: Bom Dia Dé!!!

Eu: aham

ou

Eu: oi

ou

Eu: grrrmm [ murmúrio de urso recém saído da hibernação]

 

hoje de manhã

acordo, ligo o som, danço a música, aumento o volume, me arrumo, desço pra tomar café e grito na porta do quarto de cada alguém da minha família.

Eu: BOOOOOM DIIIIIA FAMILIAZINHA LIIIINDA!!!

E como se não bastasse, eu ainda fui cantando de casa até a escola.

Agora, não sei se é a minha família que está com saudade do meu mau humor ou se sou eu que não canto maravailhosamente bem [ pra não dizer que canto terrivelmente mal]. Sei que quando eu desci do carrro todo mundo soltou um suspiro de alívio... mas prefiro acreditar na hípótese da saudade ;-)

 



Escrito por Débora às 12:03
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sobre dúvidas e enganos

Ás vezes, quando eu to muito cansada ou com muita pressa, eu lembro de algumas coisas soltas sem saber, com certeza, de onde vem aquilo. Sem saber, com certeza, se aquilo realmente existe ou se foi simplesmente coisa da minha cabeça. É uma sensação bem esquisita; mistura de angústia e dúvida.

"Quando tudo parece cicatrizado, a ferida volta a sangrar somente pra nos mostrar que estamos vivos". Sei lá, não tenho a mínima idéia da onde tirei isso. Procurei encontrar na memória, os últimos lugares que posso ter visto algo do gênero. Mas parece que referências não tem importância agora. Como se a única coisa que eu devesse fazer é me concentrar na frase.

Tenho dúvidas se quero perceber que estou viva. Permancer no sonho parece muito mais sensato. Não sei até que ponto a gente deve escutar o que nos falam. Se por um lado querem nos alertar, nos abrir os olhos para um possível engano, por outro lado a vida toda é cheia de enganos. E é somente através deles que podemos construir as certezas.

Eu acredito que a vida é  a busca constante pela felicidade. Perdemos muito tempo nos preocupando com dúvidas que atrapalham aqueles que poderiam ser os melhores momentos de nossas vidas. Não adianta querer estar certo sempre, fazer o certo sempre. Muitas vezes, a alegria está justamente no que pensamos ser errado.

Acho que ter dúvidas é saudável. São um tipo de mecanismo de defesa, que nos impedem de agir de maneira que nos prejudicará depois.Mas, temos que perceber que nossas dúvidas, assim como nossas vontades e medos, precisam ser controladas.Elas servem pra alertar e não pra nos privarem de viver e experimentar.

P.S.: vou fazer uma lista de coisas que eu só dou valor quando estão em falta. Quem sabe assim eu aprendo a nunca mais chingar aquele carregador de bateria que cismava em cair no chão toda vez que eu mexia na minha estante.



Escrito por Débora às 22:03
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sobre felicidade

Esses dias eu tive que fazer um texto respondendo a seguinte questão:"o que é felicidade?". Pensei:"dã! Que coisa óbvia: felicidade é... " e empaquei... difícil explicar. Enrolei três páginas... seria muito mais simples se eu tivesse dito que felicidade é ter alguém pra dividir uma porção de batatinha frita com muito, muito e muito katchup em plena terça-feira.



Escrito por Débora às 20:41
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sobre saudade e aulas de matemática

Saudade.  Palavra nossa, mas conhecida por todos.

Saudade. Ruim? Sim, porque saudade dói. Boa? Também, porque atrás de toda saudade tem um sentimento de afeto, amor, carinho... sentimentos bonitos... a saudade nos torna humanos, nos faz seres vivos, ela nos mostra que estamos vivos e sim, temos a capacidade de sentir!

A saudade faz a gente mergulhar num mar de momentos bons dividos, num mar de cenas e planos... seria lindo... lindo se ela não me fizesse responder que a área da circunferência menor é de " dois dias" ;-)

P.S.: mas que faltam dois dias, ahhh.. isso faltam =)

P.S.2:preciso fazer outro título...

sobre como meu irmão me ama

( só pra explicar : eu coloquei aparelho e agora to comendo só coisas não mastigáveis...)

Meu irmão: Dé!! Comprei um pacote de Trakinas de chocolate pra gente comer!

Eu: Ahhh querido... que pena, eu não posso comer por causa do aparelho.

Meu irmão: Eu sei! Eu comprei pra sobrar mais pra mim.



Escrito por Débora às 12:45
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sobre chuva e desenhos no vidro embaçado

E o que mais me preocupa é isso: essa mistura enorme de sentimentos. Do vazio absoluto para a felicidade incontível ( acho que acabei de inventar uma palavra) bastam apenas dois minutos. Dois minutos que acabam com toda aquela angústia, com todo o medo e raiva. Acho que isso é bom... Mas, ao mesmo tempo, essa facilidade de alegria talvez me deixe um pouco cega, relevando coisas demais... Pode ser. Mas acho que todo mundo tem seus momentos de cegueira... eu to vivendo o meu... e, sinceramente, espero que ele seja longo porque não lembro de quando foi a última vez que andei sorrindo tanto como agora!

Um brinde aos momentos de insanidade, de loucura, de cegueira... momentos em que todos reclamam da chuva lá fora e eu me divirto com desenhos no vidro embaçado da topik...momentos em que deixamos de pensar pra poder, simplesmente, viver.

P.S.:bom, como eu achei esse post muito complexo e hoje eu já acordei com vontade de rir, eu queria fazer vários p.s. com observações bem legais e engraçadinhas... mas eu sou péssima pra falar coisas engraçadas... piada então!!

 



Escrito por Débora às 16:48
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sobre o vazio

Pra mim, o vaizo é quando eu acordo... não de uma noite bem dormida, nem de uma sonequinha depois do almoço... Mas quando eu acordo para uma realidade fria que eu, por razões inexpicáveis, não enxergava. Quando eu percebo que aquela música não tinha nada a ver ; quando eu me ligo do desperdício que foi ter esperado as mensagens que eu sabia que não viriam; quando eu lembro da ilusão criada a partir de coisas tão normais; quando eu dexo de achar tudo tão simples e bonito... fica tudo tão vazio... tudo tão triste... é como se eu visse o sentimento esgorregando por entre meus dedos e eu não conseguisse fazer mais nada pra segurá-lo.

Dói...

Mas dói mais ainda saber que eu sempre soube que ia doer... e não fiz absolutamente nada pra evitar...



Escrito por Débora às 22:40
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sobre o dilema dos frascos

Eu tenho uma mania... uma mania ridícula, mas tenho! Eu tenho medo de mudar alguma coisa da minha rotina, como se fosse alterar toda minha vida. Por exemplo: Há algum tempo atrás eu comprei um perfume. Eu amava aquele perfume! E aquela época foi realmente muito boa... aí o bendito perfume, acabou! Aquilo me deu um pânico, como se não só o perfume, mas toda aquela boa fase tivesse acabado junto. Aí eu fui na loja e comprei um outro frasco, exatamente igual. E a fase boa voltou. Sei que no final daquele frasco eu já tava até meio enjoada do cheiro, mas acabou que eu comprei um terceiro! tudo por causa... da boa fase... Aí no natal passado eu ganhei um outro perfume da minha mãe. Não sei se ela não agüentava mais o meu antigo perfume ou foi só presente mesmo. Mas eu não usei! Deixei um mês guardado.

Mas, como toda história tem um "até que", eu tive um imprevisto e acabei usando o novo perfume. E eu adorei... e ele trouxe uma fase melhor ainda... A questão é que hoje eu vi que ele não vai durar mais nem uma semana... Preciso decidir logo entre a fase ou o cheiro.

 

P.S:eu tenho muitas outras manias ridículas, mas eu não ia falar isso de cara né... melhor falar várias vezes "eu tenho uma mania ridícula" do que dizer uma vez só  "eu sou cheeeeeia de manias ridículas". Assim o estrago é menor ;-)



Escrito por Débora às 14:56
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Sobre churrasco e prateleiras

 

Eu estava no supermercado com meu primo de 4 anos.

 

Meu primo : Huummm.. to morrendo de vontade de comer churrasco!

Eu : É mesmo?

Meu primo : é! A gente pode comprar churrasco Dé?

Eu: Ihh, acho que não... A vovó tá fazendo lasanha pra gente comer daqui a pouco.

Meu primo : Mas a gente come churrasco agora e a lasanha depois.

Eu : Acho que não tem churrasco aqui... ( era mais fácil do que dizer que churrasco demora, que tem que temperar e que não vem pronto)

Meu primo: tem sim... olha ali Dé!

 

Calma! antes de acharem que eu sou uma cega ou coisa assim, deixem eu me explicar.

Na minha infância churrasco era aquele acontecimento fascinante, aos sábados ou domingos. Era toda aquela expectativa, a preparação, era a compra dos refrigerantes, da sobremesa. Era a espera dos amigos. Churrasco era coraçãozinho e farofa, guaraná com limão pras crianças...

Como que eu ia adivinhar que uma ruffles barbecue em plena manhã de quarta-feira é chamada de churrasco?

 

PS.:  acho que eu tenho um problema sério. Eu fiz um blog, que todo mundo pode ver, e fico profundamente envergonahda quando alguém diz que leu o que eu escrevi...

PS 2.: lembram do post sobre os "ahams"? pois é... faltou um tipo: o aham bonito!! aquele que a gente lê no msn às 2hs da manhã e que tira todo o  sono e dá vontade de sair pulando pela casa  :-)





Escrito por Débora às 15:38
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sobre desejar as coisas certas

Eu há algum tempo atrás (bem, não muito tempo... digamos que umas duas semanas) : todos meus amigos tão namorando. Não agüento mais ficar sozinha. É tudo muito melhor quando a gente tá apaixonado, aquele mistério que rola na conquista, aquela adrenalina na hora que  a gente vê a pessoa, aquelas horas todas passadas imaginando situações, a expectativa do encontro inesperado a qualquer momento... não tem coisa melhor!

Eu há algumas horas atrás: chuvando forte, gripe,nenhum motivo realmente importante que me forçasse a ir à escola; levanto meia hora mais cedo pra escolher uma roupa, dou milhares de voltas por entre as turmas, não paro nunca de olhar pro lado. Tudo para, no final da aula, avistar ( de longe... beeem longe) aquele boné preto virado pra trás... não tem coisa pior !



Escrito por Débora às 12:00
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sobre Deus

Ás vezes, acordo com a sensação de que o dia vai ser bom. É uma sensação maravilhosa que faz com que tudo pareça extremamente simples  e fácil. Adoro quando me sinto assim. Meu cabelo se ajeita ( sim, eu sofro  do mal do " eu não gosto do meu cabelo"), minha roupa fica do jeito que eu queria, meu olho parece que brilha e a espinhas parecem palavras inexistentes. O problema é quando a sensação é ao contrário... ihhh, aí, realmente, é um drama. o cabelo arma, a calça não entra, o irmão fica chato, os professores são maus e minha vida é uma droga. Sábado eu tava assim.

Perdi a hora, perdi dinheiro, perdi a paciência... e a noite tinha festa. Me sentia perdida. Eu estava vivendo uma vida que não parecia ser a minha. Como se aquele não fosse meu lugar. Estava tão deprimida que nem na festa eu me livrei dessa sensação. Cheguei 5hs em casa, e não conseguia nem dormir. Aí eu pensava : "puutz, por que esse tipo de coisa acontece comigo?" tentei ver qual que era a de Deus fazendo eu me sentir daquele jeito.

Acordei 7hs,e fui fazer o trabalho. O dia se arrastava e nada funcionava. A situação chegou a um ponto tão sério, que eu perguntava se valia a pena continuar tudo. Me perguntava qual o sentido de passar por essas coisas todas. Então percebi que talvez a culpa fosse minha. Meus atos me trouxeram até aqui. Aí, ao invés de perguntar a Deus por que Ele fez minha vida ser desse jeito, e pedir para mudá-la totalmente, resolvi levantar, andar no jardim, ver meus pais conversando, ver fotos dos meus amigos. Entendi que Deus está sempre de mãos dadas comigo, mas que a vontade de levantar é minha. A vida é bonita no momento que decidimos que queremos enxergá-la.

Então, as portas se abriram... e como prêmio por perceber isso, Deus me deu um presente enorme. Um e-mail lindo de uma pessoa que foi muito importante para mim, mas que há anos perdemos o contato. Ana, querida, maravilhoso ter vc presente outra vez!

Post gigante e profundo... porque hoje eu acordei com a sensação de "preciso explicar isso"... mas essa sensação eu falo outro dia ;-)



Escrito por Débora às 12:34
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sobre o ex-futuro post

Quando eu fiz o blog, decidi que não iria, de maneira nenhuma, deixá-lo de lado, com o tempo. Pois bem, o blog não tem uma semana e eu já deixei de postar 3 dias. Sim, é um absurdo mesmo! Mas não foi "fogo de palha", adoro escrever e não estou nem um pouco enjoada do blog. Aquestão é que na terça, eu escrevi um post lindo sobre um peixe azul, e na hora de publicar, o site simplesmente saiu do ar. Até tentei reescrever, mas não ficou a mesma coisa e eu acabei ficando nervosa.( mas quando esse trauma for superado, eu conto sobre o peixe azul).

Agora, quanto aos outros dois dias sem post, eu realmente não tive culpa. Não foi preguiça não, muito pelo contrário. Eu estava envolvida com um trabalho enorme de português ( sobre grámatica ainda por cima) e qualquer minuto era valioso demais para descansar e fazer outras coisas que não fossem estudar. E isso inclui o blog. Mas não acho que foi uma grande perda  porque, do jeito que eu estava, corria o risco de publicar um texto cheio de regras gramaticais...

Bom, nada de post interessante hoje né, mas é assim mesmo... só vejo pronomes, numerais, artigos na minha cabeça... só estou postando mesmo pra dizer que :

1. eu perdi a história do peixe azul

2. é estranho ter a sensação de estar distante de alguém, mesmo que, aparentemente, nada esteja errado. Mas mais estranho ainda é ter a sensação de que não somos tão importantes na vida de alguém quanto imaginamos.

3. eu to morrendo de vontade de comer o majar de côco com calda de ameixa preta que só minha vó linda sabe fazer.



Escrito por Débora às 13:42
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